3 eleições entre 2016 e 2020 · último partido NOVO
40 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
Rodrigo Marinho (Rodrigo Saraiva Marinho) disputou 3 eleições entre 2016 e 2020, para vereador e deputado federal, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por CE: 17.960 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Fortaleza/CE, declarou R$ 219 mil em receitas: R$ 215 mil de doações privadas (19 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 219 mil, principalmente com pessoal (R$ 83 mil), publicidade por adesivos (R$ 29 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 143 mil em 2018 e R$ 32 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
8.004 votos em 2020 · 3 eleições
A votação de Rodrigo Saraiva Marinho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 219 mil em receitas · R$ 219 mil em gastos
Rodrigo Marinho declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Fortaleza (CE) em 2016 e 2020, e deputado federal por Ceará em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 219 mil em receitas: R$ 215 mil de doações privadas (19 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 219 mil, principalmente com pessoal (R$ 83 mil) e publicidade por adesivos (R$ 29 mil). Em 2018, R$ 143 mil em gastos; em 2016, 47% dos R$ 32 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2020R$ 219 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 219 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 143 milcampanha encerrada; tudo pago
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 20208.004não eleitoLFortaleza, Ceará · 40 anos · Branca · Superior completo · Advogado · NOVO · nº 30030 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Federal · 201817.960não eleitoGCE · 38 anos · Branca · Superior completo · Advogado · NOVO · nº 3033 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2016SUPLENTE4.312LFortaleza, Ceará · 36 anos · Parda · Superior completo · Advogado · PSL · nº 17017 · ver resultado completoprestação de contas
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.