Marco Aurelio (Marco Aurélio Vargas Francisco) disputou 6 eleições entre 1996 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Angra dos Reis em 2012, 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2004, para vereador em Angra dos Reis/RJ: 2.411 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Angra dos Reis/RJ, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 19 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 5 mil) e baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceiros (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 11 mil em 2012 (48% com publicidade por materiais impressos) e R$ 40 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
1.170 votos em 2016 · 6 eleições
A votação de Marco Aurelio Vargas Francisco em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 24 mil em receitas · R$ 24 mil em gastos contratados
Marco Aurelio declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Angra dos Reis (RJ) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 19 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 5 mil). Em 2012, 48% dos R$ 11 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 40 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 24 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 24 milcontratados
Gastos em 2012R$ 11 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 3% · pessoas 45% · empresas 52% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 40 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 10 mil25,2%
Locação de imóveisR$ 3000,8%
Outras 7 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 29 mil74,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2016SUPLENTE1.170LAngra dos Reis, Rio de Janeiro · 57 anos · Parda · Superior completo · Servidor Público Municipal · PSC · nº 20606 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2012ELEITO · MÉDIA1.574LAngra dos Reis, Rio de Janeiro · 53 anos · Superior completo · Engenheiro · PMDB · nº 15660 · ver resultado completo
Vereador · 2000ELEITO765LAngra dos Reis, Rio de Janeiro · 41 anos · Superior completo · Engenheiro · PPS · nº 23606 · ver resultado completo
Vereador · 1996560não eleitoLAngra dos Reis, Rio de Janeiro · 37 anos · Superior completo · Engenheiro · PFL · nº 25606 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.