Délio de Jesus Malheiros

Foto de Délio de Jesus Malheiros
Délio de Jesus Malheiros
6 eleições entre 2002 e 2016 · último partido PSD
55 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual
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Délio Malheiros (Délio de Jesus Malheiros) disputou 6 eleições entre 2002 e 2016, para prefeito, vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Belo Horizonte em 2012; deputado estadual em 2010 e 2006; vereador de Belo Horizonte em 2004. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 68.254 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Belo Horizonte/MG, declarou R$ 3,4 milhões em receitas: R$ 360 mil do Fundo Partidário, R$ 2,1 milhões de doações privadas (92 doadores) e R$ 965 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5,5 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2,6 milhões), pessoal (R$ 1 milhão) e serviços de terceiros (R$ 350 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 423 mil em 2010 e R$ 227 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

64.606 votos em 2016 · 6 eleições

A votação de Délio de Jesus Malheiros em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 3,4 milhões em receitas · R$ 5,5 milhões em gastos contratados

Délio Malheiros declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006 e 2010, e prefeito em Belo Horizonte (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3,4 milhões em receitas: R$ 360 mil do Fundo Partidário, R$ 2,1 milhões de doações privadas (92 doadores) e R$ 965 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5,5 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2,6 milhões) e pessoal (R$ 1 milhão). Em 2010, R$ 423 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 227 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 3,4 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 5,5 milhõescontratados
Gastos em 2010R$ 423 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3,4 milhões
92 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 10% · pessoas 61% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 5,5 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 1 milhão18,7%
  • Serviços de terceirosR$ 350 mil6,3%
  • Materiais impressosR$ 305 mil5,5%
  • Locação de imóveisR$ 215 mil3,9%
  • Locação de imóveisR$ 22 mil0,4%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 75 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3,6 milhões65,2%
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 423 mil
19 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 15% · empresas 57% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 423 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 90 mil21,2%
  • Materiais impressosR$ 61 mil14,3%
  • Locação de imóveisR$ 6 mil1,4%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 13 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 267 mil63,1%
2006Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 227 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 9% · empresas 77% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 227 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 47 mil20,8%
  • PessoalR$ 23 mil10,0%
  • Locação de imóveisR$ 9 mil3,8%
  • Outras 19 categoriasR$ 149 mil65,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Délio de Jesus Malheiros (Délio Malheiros): candidaturas e votos · Radar do Voto