Délio Malheiros declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006 e 2010, e prefeito em Belo Horizonte (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3,4 milhões em receitas: R$ 360 mil do Fundo Partidário, R$ 2,1 milhões de doações privadas (92 doadores) e R$ 965 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5,5 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2,6 milhões) e pessoal (R$ 1 milhão). Em 2010, R$ 423 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 227 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 3,4 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 5,5 milhõescontratados
Gastos em 2010R$ 423 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2016
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Partidário
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 3,4 milhões
92 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 10% · pessoas 61% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 5,5 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
- PessoalR$ 1 milhão18,7%
- Serviços de terceirosR$ 350 mil6,3%
- Materiais impressosR$ 305 mil5,5%
- Locação de imóveisR$ 215 mil3,9%
- Locação de imóveisR$ 22 mil0,4%
- Outras 18 categoriasinclui R$ 75 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3,6 milhões65,2%
Arrecadado
R$ 423 mil
19 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 15% · empresas 57% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 423 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- PessoalR$ 90 mil21,2%
- Materiais impressosR$ 61 mil14,3%
- Locação de imóveisR$ 6 mil1,4%
- Outras 16 categoriasinclui R$ 13 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 267 mil63,1%
Arrecadado
R$ 227 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 9% · empresas 77% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 227 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 47 mil20,8%
- PessoalR$ 23 mil10,0%
- Locação de imóveisR$ 9 mil3,8%
- Outras 19 categoriasR$ 149 mil65,4%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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