Artur Bolinha declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Campina Grande (PB) em 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Paraíba em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 2,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 488 mil do Fundo Partidário, R$ 17 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1,9 milhão) e serviços advocatícios (R$ 243 mil). Em 2020, R$ 1,5 milhão em gastos contratados; em 2018, 45% dos R$ 168 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua.
Receitas em 2024R$ 3 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 3 milhõescontratados
Gastos em 2020R$ 1,5 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2012 a 2024
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Fundo Partidário
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 3 milhões
4 doadores pessoas físicas
FEFC 83% · Fundo Partidário 16% · pessoas menos de 1% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 3 milhões
pago: R$ 3 milhões (99%)
- Serviços de terceirosR$ 1,9 milhão62,9%
- Serviços advocatíciosR$ 243 mil8,2%
- Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 188 mil6,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 155 mil5,2%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 513 mil17,3%
Arrecadado
R$ 1,4 milhão
6 doadores pessoas físicas
FEFC 93% · pessoas 1% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
pago: R$ 1,4 milhão (92%)
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 418 mil27,8%
- Militância e mobilização de ruaR$ 261 mil17,4%
- Serviços de terceirosR$ 190 mil12,6%
- Materiais impressosR$ 143 mil9,5%
- Outras 16 categoriasinclui R$ 42 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 491 mil32,7%
Arrecadado
R$ 183 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 4% · próprios 96%
Gasto contratado
R$ 168 mil
tudo pago (100%)
- Militância e mobilização de ruaR$ 76 mil45,4%
- Publicidade por adesivosR$ 17 mil10,1%
- Materiais impressosR$ 16 mil9,3%
- Cessão ou locação de veículosR$ 12 mil7,2%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 650 lançados como "diversas a especificar"R$ 47 mil28,0%
Ver as 2 campanhas anteriores
Arrecadado
R$ 360 mil
28 doadores pessoas físicas
pessoas 63% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 360 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- PessoalR$ 76 mil21,2%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 72 mil20,0%
- Cessão ou locação de veículosR$ 44 mil12,2%
- Materiais impressosR$ 35 mil9,8%
- Outras 15 categoriasinclui R$ 15 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 132 mil36,8%
Arrecadado
R$ 249 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas menos de 1% · empresas 96% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 95 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Combustíveis e lubrificantesR$ 27 mil28,2%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 25 mil26,4%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 23 mil24,2%
- AlimentaçãoR$ 11 mil11,7%
- Outras 6 categoriasR$ 9 mil9,6%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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