Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Beto de Zé Henrique (Alberto de Araújo Gonçalves) disputou 4 eleições entre 2004 e 2020, para vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Jardim de Piranhas em 2004. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Jardim de Piranhas/RN: 3.297 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Jardim de Piranhas/RN, declarou R$ 22 mil em receitas: R$ 8 mil do Fundo Partidário, R$ 11 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 22 mil, principalmente com eventos de promoção da candidatura (R$ 5 mil), publicidade por adesivos (R$ 5 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 6 mil, 93% com publicidade por materiais impressos.
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Evolução da votação nas eleições
3.297 votos em 2016 · 4 eleições
A votação de Alberto de Araújo Gonçalves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 22 mil em receitas · R$ 22 mil em gastos contratados
Beto de Zé Henrique declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Jardim de Piranhas (RN) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 22 mil em receitas: R$ 8 mil do Fundo Partidário, R$ 11 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 22 mil, principalmente com eventos de promoção da candidatura (R$ 5 mil) e publicidade por adesivos (R$ 5 mil). Em 2008, 93% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2016R$ 22 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 22 milcontratados
Gastos em 2008R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vice-Prefeito · 2020NÃO ELEITO1.082LJardim de Piranhas, Rio Grande do Norte · 64 anos · Branca · Superior completo · Pedagogo · PP · nº 22 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Prefeito · 2016NÃO ELEITO3.297LJardim de Piranhas, Rio Grande do Norte · 60 anos · Branca · Superior completo · Pedagogo · PSDB · nº 45 · ver resultado completo
Prefeito · 2008NÃO ELEITO1.680LJardim de Piranhas, Rio Grande do Norte · 52 anos · Superior completo · Pecuarista · PMDB · nº 15 · ver resultado completo
Vice-Prefeito · 2004ELEITO5.569LJardim de Piranhas, Rio Grande do Norte · 48 anos · Superior incompleto · Pecuarista · PMDB · nº 12 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.