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Dr Zica

Foto de Ernesto Donizete da Silva
Dr Zica
Ernesto Donizete da Silva (nome civil)
3 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PMB
52 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual

Dr Zica (Ernesto Donizete da Silva) disputou 3 eleições entre 2000 e 2016, para vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2000, para vereador em Santos/SP: 626 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Santos/SP, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 704 de outras campanhas, R$ 270 de doações privadas e R$ 113 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 670), publicidade por materiais impressos (R$ 266) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 100). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7 mil, 48% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

50 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Ernesto Donizete da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos contratados

Dr Zica declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Santos (SP) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 704 de outras campanhas, R$ 270 de doações privadas e R$ 113 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 670) e publicidade por materiais impressos (R$ 266). Em 2008, 48% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2016R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados
Gastos em 2008R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Santos (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 65% · pessoas 25% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 67061,6%
  • Materiais impressosR$ 26624,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1009,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 433,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 90,8%
2008Vereador, Santos (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 11% · pessoas 6% · próprios 83%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 3 mil47,6%
  • Materiais impressosR$ 2 mil34,1%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 761,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil17,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.