Professor Carlos Vaz

Foto de Carlos do Socorro Guerreiro Vaz
Professor Carlos Vaz
Carlos do Socorro Guerreiro Vaz (nome civil)
6 eleições entre 2004 e 2018 · último partido PSOL
47 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Carlos Vaz (Carlos do Socorro Guerreiro Vaz) disputou 6 eleições entre 2004 e 2018, para deputado federal, prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de São Miguel do Guamá em 2004. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por PA: 16.495 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por PA, declarou R$ 35 mil em receitas: R$ 19 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 519 do Fundo Partidário, R$ 14 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 8 mil), publicidade por adesivos (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 13 mil em 2016 (52% com publicidade por adesivos) e R$ 29 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

16.495 votos em 2018 · 6 eleições

A votação de Carlos do Socorro Guerreiro Vaz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 35 mil em receitas · R$ 17 mil em gastos

Professor Carlos Vaz declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em São Miguel do Guamá (PA) em 2008 e 2016, e deputado federal por Pará em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 35 mil em receitas: R$ 19 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 519 do Fundo Partidário, R$ 14 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 8 mil) e publicidade por adesivos (R$ 3 mil). Em 2016, 52% dos R$ 13 mil em gastos contratados foram com publicidade por adesivos; em 2014, R$ 29 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 35 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 17 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 13 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2014, 2016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 35 mil
15 doadores pessoas físicas
FEFC 54% · Fundo Partidário 1% · pessoas 39% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 17 mil
tudo pago (100%)
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil45,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 3 mil15,4%
  • Materiais impressosR$ 3 mil14,7%
  • PessoalR$ 2 mil12,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 2 mil11,9%
2016Prefeito, São Miguel do Guamá (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 99% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 7 mil52,1%
  • Materiais impressosR$ 6 mil47,2%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 1000,8%
2014Deputado federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
30 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 3% · partido e outras campanhas 2% · pessoas 92% · empresas 2% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 29 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 8 mil27,9%
  • PessoalR$ 4 mil14,0%
  • Materiais impressosR$ 2 mil6,1%
  • Locação de imóveisR$ 5001,7%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 14 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 14 mil50,3%
Ver a campanha anterior
2008Prefeito, São Miguel do Guamá (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
7 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4808,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 120,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 5 mil91,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892