Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Savio Tarso (Sávio Tarso Pereira da Silva) disputou 3 eleições entre 2016 e 2020, para vice-prefeito, deputado federal, prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Ipatinga/MG: 13.714 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por MG, declarou R$ 49 mil em receitas: R$ 13 mil do Fundo Partidário, R$ 7 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 44 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 25 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 5 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 27 mil.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
10.210 votos em 2018 · 3 eleições
A votação de Savio Tarso Pereira da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
PrefeitoVereadorDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2018: R$ 49 mil em receitas · R$ 44 mil em gastos
Savio Tarso declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Ipatinga (MG) em 2016, prefeito em Ipatinga (MG) em 2016, e deputado federal por Minas Gerais em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 49 mil em receitas: R$ 13 mil do Fundo Partidário, R$ 7 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 44 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 25 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil). Em 2016, R$ 27 mil em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 49 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 44 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 27 milcontratados, campanha encerrada
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vice-Prefeito · 2020NÃO ELEITO10.357LIpatinga, Minas Gerais · 51 anos · Preta · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PV · nº 13 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Prefeito · 2016NÃO ELEITO13.714LIpatinga, Minas Gerais · 47 anos · Preta · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PDT · nº 12 · ver resultado completo
Vereador · 20162.461não eleitoLIpatinga, Minas Gerais · 47 anos · Preta · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PDT · nº 12345 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.