Valdir do Prado (Valdir Donizete do Prado) disputou 6 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de São Sebastião do Paraíso em 2012, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2020, para prefeito em São Sebastião do Paraíso/MG: 1.760 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em São Sebastião do Paraíso/MG, declarou R$ 67 mil em receitas: R$ 35 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 24 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 67 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 27 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 13 mil em 2016 (44% com publicidade por materiais impressos) e R$ 12 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
1.760 votos em 2020 · 6 eleições
A votação de Valdir Donizete do Prado em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 67 mil em receitas · R$ 67 mil em gastos
Valdir do Prado declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em São Sebastião do Paraíso (MG) em 2012 e 2016, e prefeito em São Sebastião do Paraíso (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 67 mil em receitas: R$ 35 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 24 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 67 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 27 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil). Em 2016, 44% dos R$ 13 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, R$ 12 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 67 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 67 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 13 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 2% · pessoas 14% · próprios 84%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 4 mil36,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil36,2%
Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil17,0%
Outras 1 categoriainclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil10,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO · MÉDIA578LSão Sebastião do Paraíso, Minas Gerais · 39 anos · Ensino fundamental completo · Proprietário de Estabelecimento Comercial · PSDB · nº 45670 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE39GMG · 37 anos · Ensino fundamental completo · Proprietário de Estabelecimento Comercial · PL · nº 22666 · ver resultado completo
Coligação: PL / PPS / PSL
Vereador · 1996ELEITO440LSão Sebastião do Paraíso, Minas Gerais · 35 anos · Ensino fundamental completo · Comerciario · PL · nº 22666 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.