Onofre Alves Borges

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Onofre Alves Borges
4 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PSD
63 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
Vereador
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Onofre (Onofre Alves Borges) disputou 4 eleições entre 1996 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Poxoréu em 2012. A maior votação foi em 2012, para vereador em Poxoréu/MT: 343 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Poxoréu/MT, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 280 do Fundo Partidário, R$ 763 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil), serviços de terceiros (R$ 1 mil) e baixa de estimaveis - combustíveis e lubrificantes (R$ 597). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 10 mil, 77% com baixa de estimáveis - cessão ou locação de veículos.

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Evolução da votação nas eleições

281 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Onofre Alves Borges em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 6 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos contratados

Onofre declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Poxoréu (MT) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 280 do Fundo Partidário, R$ 763 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e serviços de terceiros (R$ 1 mil). Em 2012, 77% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com baixa de estimáveis - cessão ou locação de veículos.

Receitas em 2016R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 6 milcontratados
Gastos em 2012R$ 10 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Poxoréu (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 5% · partido e outras campanhas 14% · pessoas 18% · próprios 64%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil62,9%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil17,8%
  • Materiais impressosR$ 4467,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 63711,3%
2012Vereador, Poxoréu (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 24% · empresas 2% · próprios 73%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil18,8%
  • Materiais impressosR$ 360,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 8 mil80,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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