- Militância e mobilização de ruaR$ 105 mil55,1%
- Serviços advocatíciosR$ 35 mil18,3%
- Serviços contábeisR$ 25 mil13,1%
- Cessão ou locação de veículosR$ 22 mil11,7%
- Outras 1 categoriaR$ 3 mil1,8%

Na eleição de 2026 para deputada federal pelo Rio de Janeiro, Natacha Alves (UNIÃO) teve 154 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: indeferida com recurso). Esses votos não entram nos votos válidos. O resultado dessa candidatura depende da decisão final da Justiça Eleitoral sobre o registro. Natacha Alves (Natacha Alves da Silva) disputou 2 eleições entre 2016 e 2026, para deputada federal e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputada federal por RJ: 154 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2016 para vereadora em Três Rios/RJ, declarou R$ 394 em receitas, de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 394, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 341) e serviços de terceiros (R$ 53).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Natacha Alves da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Natacha Alves declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Três Rios (RJ) em 2016, e deputada federal por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 394 em receitas, de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 394, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 341) e serviços de terceiros (R$ 53). Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.