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Prof Nivaldo Moura

Foto de Nivaldo Moura da Silva
Prof Nivaldo Moura
Nivaldo Moura da Silva (nome civil)
4 eleições entre 2012 e 2020 · último partido AVANTE
58 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual

Prof Nivaldo Moura (Nivaldo Moura da Silva) disputou 4 eleições entre 2012 e 2020, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em São Paulo/SP: 476 votos. Na campanha de 2016 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Partidário e R$ 726 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 726). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 313 em 2014 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 4 mil em 2012.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

169 votos em 2020 · 4 eleições

A votação de Nivaldo Moura da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Prof Nivaldo Moura declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2012 e 2016, e deputado estadual por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Partidário e R$ 726 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 726). Em 2014, 100% dos R$ 313 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 93% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Gastos em 2016R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42012, 2014, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2020Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 64% · partido e outras campanhas 36%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 1 mil63,6%
  • Materiais impressosR$ 72636,4%
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 313
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 313
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 313100,0%
Ver a campanha anterior
2012Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 42% · próprios 58%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil93,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1503,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1493,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.