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Dojeval

Foto de Dojeval Alves Lopes
Dojeval
Dojeval Alves Lopes (nome civil)
3 eleições entre 2012 e 2016 · PRP
47 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual

Dojeval (Dojeval Alves Lopes) disputou 3 eleições entre 2012 e 2016, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em São Paulo/SP: 448 votos. Na campanha de 2016 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Partidário e R$ 726 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 726). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 313 em 2014 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 2 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

448 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Dojeval Alves Lopes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Dojeval declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2012 e 2016, e deputado estadual por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Partidário e R$ 726 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 726). Em 2014, 100% dos R$ 313 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 72% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados
Gastos em 2014R$ 313contratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2016Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 64% · partido e outras campanhas 36%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 1 mil63,6%
  • Materiais impressosR$ 72636,4%
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 313
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 313
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 313100,0%
2012Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 86% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil71,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 30014,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1507,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1497,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.