Cid Capetinga

Foto de Cid Medeiros Cavalcanti de Queiroz
Cid Capetinga
Cid Medeiros Cavalcanti de Queiroz (nome civil)
2 eleições entre 2008 e 2016 · PV
52 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Federal
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Cid Capetinga (Cid Medeiros Cavalcanti de Queiroz) disputou 2 eleições entre 2008 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em São João D Aliança/GO: 34 votos. Na campanha de 2016 para vereador em São João D Aliança/GO, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 500 de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com pessoal (R$ 1 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 813) e serviços de terceiros (R$ 500). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil, 67% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

34 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Cid Medeiros Cavalcanti de Queiroz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Cid Capetinga declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em São João D Aliança (GO) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 500 de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com pessoal (R$ 1 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 813). Em 2008, 67% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2016R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados
Gastos em 2008R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, São João D Aliança (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 15% · próprios 85%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 1 mil42,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 81329,0%
  • Serviços de terceirosR$ 50017,9%
  • Materiais impressosR$ 2308,2%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 54 lançados como "diversas a especificar"R$ 541,9%
2008Vereador, São João D Aliança (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 93% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil67,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3418,9%
  • Materiais impressosR$ 2807,3%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 591,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 58015,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892