- Militância e mobilização de ruaR$ 220 mil50,6%
- Materiais impressosR$ 113 mil25,8%
- Cessão ou locação de veículosR$ 41 mil9,3%
- Locação de imóveisR$ 30 mil6,9%
- Outras 5 categoriasR$ 32 mil7,3%
Segundo o Radar do Voto, Delegado Lessa (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado federal por Pernambuco em 2026, com 26.363 votos, pelo resultado oficial do TSE. Delegado Lessa (Erick da Silva Lessa) disputou 6 eleições entre 2016 e 2026, para deputado federal, vereador, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Caruaru em 2024; deputado estadual em 2018. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Caruaru/PE: 41.102 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PE, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 120 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 435 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 220 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 113 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 41 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 61 mil em 2024 (44% com militância e mobilização de rua) e R$ 613 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Erick da Silva Lessa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Delegado Lessa declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: prefeito em Caruaru (PE) em 2016 e 2020, deputado estadual por Pernambuco em 2018 e 2022, vereador em Caruaru (PE) em 2024, e deputado federal por Pernambuco em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 120 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 435 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 220 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 113 mil); R$ 148 mil já foram pagos. Em 2024, 44% dos R$ 61 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2022, 41% dos R$ 613 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.