Ademar Pai do Evilázio

Foto de Ademar Jose de Moura
Ademar Pai do Evilázio
Ademar Jose de Moura (nome civil)
1 eleição em 2016 · PROS
56 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio incompleto
Servidor Público Municipal

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ademar Pai do Evilázio (Ademar Jose de Moura) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Desterro de Entre Rios/MG, com 75 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Desterro de Entre Rios/MG, declarou R$ 448 em receitas: R$ 148 de outras campanhas e R$ 300 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 443, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 443).

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Financiamento das campanhas

2016: R$ 448 em receitas · R$ 443 em gastos contratados

Ademar Pai do Evilázio declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Desterro de Entre Rios (MG) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 448 em receitas: R$ 148 de outras campanhas e R$ 300 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 443, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 443).

Receitas em 2016R$ 448campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 443contratados
Campanhas12016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2016Vereador, Desterro de Entre Rios (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 448
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 33% · próprios 67%
Gasto contratado
R$ 443
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 443100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

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Candidaturas

1 candidatura

Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892