- Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil50,2%
- Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil20,2%
- Materiais impressosR$ 95911,0%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 7608,7%
- Outras 3 categoriasR$ 87310,0%

Arlindo Santana (Arlindo Santana do Nascimento) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Padre Bernardo/GO, com 73 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Padre Bernardo/GO, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 174 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil), militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 959).
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Arlindo Santana declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Padre Bernardo (GO) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 174 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 2 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.