- PessoalR$ 103 mil32,5%
- Materiais impressosR$ 96 mil30,3%
- ComíciosR$ 20 mil6,3%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 19 mil5,9%
- Outras 15 categoriasinclui R$ 18 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 79 mil25,1%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gilson Mendes (Gilson Mendes de Souza) disputou 1 eleição, em 2016, para prefeito em Caraguatatuba/SP, com 25.101 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeito em Caraguatatuba/SP, declarou R$ 316 mil em receitas: R$ 928 de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 315 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 316 mil, principalmente com pessoal (R$ 103 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 96 mil) e comícios (R$ 20 mil).
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Gilson Mendes declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Caraguatatuba (SP) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 316 mil em receitas: R$ 928 de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 315 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 316 mil, principalmente com pessoal (R$ 103 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 96 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.