Teresinha de Jesus de Souza Peres

Foto de Teresinha de Jesus de Souza Peres
Teresinha de Jesus de Souza Peres
6 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PDT
71 anos em 2020 · Feminino · Ensino fundamental incompleto
Aposentado (exceto Servidor Público)
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Terezinha da Prata (Teresinha de Jesus de Souza Peres) disputou 6 eleições entre 1996 e 2020, para vereadora e vice-prefeita. Ela foi eleita 2 vezes: vereadora de Carmo em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2008, para vereadora em Carmo/RJ: 473 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Carmo/RJ, declarou R$ 360 em receitas, de outras campanhas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2016 (95% com serviços de terceiros) e R$ 1 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

92 votos em 2020 · 6 eleições

A votação de Teresinha de Jesus de Souza Peres em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 360 em receitas

Terezinha da Prata declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Carmo (RJ) em 2008, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 360 em receitas, de outras campanhas. Em 2016, 95% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2008, 50% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2020R$ 360campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereadora, Carmo (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 360
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereadora, Carmo (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 20% · pessoas 80%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil94,5%
  • Materiais impressosR$ 755,5%
2008Vereadora, Carmo (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 5% · próprios 69%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 18016,5%
  • Outras 3 categoriasR$ 90983,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleita em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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