- Materiais impressosR$ 505 mil41,7%
- PessoalR$ 222 mil18,4%
- Cessão ou locação de veículosR$ 122 mil10,1%
- Serviços advocatíciosR$ 90 mil7,4%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 211 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 271 mil22,4%

Segundo o Radar do Voto, Gedalva Umbaubá (PP) ficou como suplente de deputada federal por Sergipe em 2026, com 4.777 votos, pelo resultado oficial do TSE. Gedalva Umbaubá (Maria Gedalva Sobral Rosa) disputou 6 eleições entre 2012 e 2026, para deputada federal, vice-prefeita, prefeita e vereadora. Ela foi eleita 2 vezes: vice-prefeita de São Cristóvão em 2024; vereadora de São Cristóvão em 2012. A maior votação foi em 2020, para prefeita em São Cristóvão/SE: 12.319 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por SE, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 505 mil), pessoal (R$ 222 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 122 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1 milhão em 2022 e R$ 225 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Maria Gedalva Sobral Rosa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Gedalva Umbaubá declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereadora em São Cristóvão (SE) em 2012, prefeita em São Cristóvão (SE) em 2016 e 2020, e deputada federal por Sergipe em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 505 mil) e pessoal (R$ 222 mil); R$ 540 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 1 milhão em gastos; em 2020, R$ 225 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.