Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Cabinho (Antonio Paulo Francisco da Silva) disputou 3 eleições entre 2000 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Sul Brasil em 2000. A maior votação foi em 2000, para vereador em Sul Brasil/SC: 151 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Sul Brasil/SC, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 120 de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas e R$ 612 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 368) e publicidade por materiais impressos (R$ 215).
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Evolução da votação nas eleições
34 votos em 2016 · 3 eleições
A votação de Antonio Paulo Francisco da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 4 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados
Paulo Cabinho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Sul Brasil (SC) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 120 de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas e R$ 612 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 368).
partido e outras campanhas 3% · pessoas 83% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil82,7%
Combustíveis e lubrificantesR$ 3688,7%
Materiais impressosR$ 2155,1%
Publicidade por adesivosR$ 180,4%
Outras 3 categoriasinclui R$ 120 lançados como "diversas a especificar" e R$ 1 doados a outros candidatos e partidosR$ 1313,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2016SUPLENTE34LSul Brasil, Santa Catarina · 63 anos · Branca · Lê e escreve · Aposentado (exceto Servidor Público) · PMDB · nº 15610 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2004SUPLENTE82LSul Brasil, Santa Catarina · 51 anos · Ensino fundamental incompleto · Motorista de Veiculos de Transporte de Carga · PMDB · nº 15699 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2000ELEITO151LSul Brasil, Santa Catarina · 47 anos · Ensino fundamental incompleto · Servidor Publico Municipal · PMDB · nº 15699 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.