Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Junior da Jacutinga (Wilson Rodrigues de Miranda Junior) disputou 1 eleição, em 2016, para prefeito em Dois Irmãos do Buriti/MS, com 2.742 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeito em Dois Irmãos do Buriti/MS, declarou R$ 79 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 78 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 79 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 22 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 8 mil).
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 79 mil em receitas · R$ 79 mil em gastos contratados
Junior da Jacutinga declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Dois Irmãos do Buriti (MS) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 79 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 78 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 79 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 22 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil).
Criação e inclusão de páginas na internetR$ 8 mil10,2%
Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil6,6%
Outras 10 categoriasinclui R$ 3 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 27 mil33,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 2016NÃO ELEITO2.742LDois Irmãos do Buriti, Mato Grosso do Sul · 57 anos · Branca · Superior incompleto · Pecuarista · PTN · nº 19 · ver resultado completo
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.