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Cristiano Schumacher

Foto de Cristiano Motta Schumacher
Cristiano Schumacher
Cristiano Motta Schumacher (nome civil)
2 eleições entre 2008 e 2016 · PT
41 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Técnico em Agronomia e Agrimensura

Cristiano Schumacher (Cristiano Motta Schumacher) disputou 2 eleições entre 2008 e 2016, para vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereador em Santa Maria/RS: 1.301 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Cachoeira do Sul/RS, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 686 de recursos próprios e R$ 220 de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 871). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 9 mil, 60% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

410 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Cristiano Motta Schumacher em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 6 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos contratados

Cristiano Schumacher declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Santa Maria (RS) em 2008, e vereador em Cachoeira do Sul (RS) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 686 de recursos próprios e R$ 220 de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil). Em 2008, 60% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 6 milcontratados
Gastos em 2008R$ 9 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2016Vereador, Cachoeira do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
6 doadores pessoas físicas
pessoas 84% · próprios 12% · outras 4%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil55,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil22,5%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 87115,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3366,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 290,5%
2008Vereador, Santa Maria (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
9 doadores pessoas físicas
pessoas 89% · próprios 2% · outras 9%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil59,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil13,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 8008,8%
  • AlimentaçãoR$ 6056,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil12,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.