Paulo Ritzel

Foto de Paulo Artur Ritzel
Paulo Ritzel
Paulo Artur Ritzel (nome civil)
9 eleições entre 1994 e 2022 · último partido REPUBLICANOS
70 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Odontólogo
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Ritzel (Paulo Artur Ritzel) disputou 9 eleições entre 1994 e 2022, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 1994. A maior votação foi em 1994, para deputado federal por RS: 49.699 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por RS, declarou R$ 156 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 150 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 50 mil), militância e mobilização de rua (R$ 31 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 7 mil em 2020 (100% com locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)) e R$ 208 mil em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

1.089 votos em 2022 · 9 eleições

A votação de Paulo Artur Ritzel em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeitoVereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 156 mil em receitas · R$ 150 mil em gastos

Paulo Ritzel declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em NOVO Hamburgo (RS) em 2008, prefeito em NOVO Hamburgo (RS) em 2016 e 2020, deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2018, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 156 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 150 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 50 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 31 mil). Em 2020, 100% dos R$ 7 mil em gastos foram com locação/cessão de bens móveis (exceto veículos); em 2018, 43% dos R$ 208 mil em gastos foram com pessoal.

Receitas em 2022R$ 156 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 150 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 7 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2008 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 156 mil
sem doações de pessoas
FEFC 96% · Fundo Partidário 4%
Gasto contratado
R$ 150 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por carros de somR$ 50 mil33,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 31 mil20,7%
  • Materiais impressosR$ 23 mil15,5%
  • Serviços de terceirosR$ 17 mil11,7%
  • Outras 5 categoriasR$ 28 mil18,8%
2020Prefeito, NOVO Hamburgo (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 7 mil
tudo pago (100%)
  • Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)R$ 7 mil100,0%
2018Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 208 mil
sem doações de pessoas
FEFC 25% · partido e outras campanhas 75%
Gasto contratado
R$ 208 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 90 mil43,4%
  • Materiais impressosR$ 51 mil24,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 26 mil12,5%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 18 mil8,6%
  • Outras 11 categoriasR$ 22 mil10,6%
Ver as 2 campanhas anteriores
2016Prefeito, NOVO Hamburgo (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 134 mil
23 doadores pessoas físicas
partido 3% · pessoas 82% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 134 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 40 mil30,0%
  • Materiais impressosR$ 32 mil23,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 23 mil17,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 13 mil10,1%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 25 mil19,0%
2008Vereador, NOVO Hamburgo (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 14% · pessoas 19% · próprios 67%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 7 mil67,5%
  • Materiais impressosR$ 2 mil15,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2001,9%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 890,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil14,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 1994

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892