Edu

Foto de Edu Laudi Pascoski
Edu
Edu Laudi Pascoski (nome civil)
3 eleições entre 2004 e 2020 · último partido PL
49 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Edu (Edu Laudi Pascoski) disputou 3 eleições entre 2004 e 2020, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Itanhangá em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Itanhangá/MT: 3.118 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Itanhangá/MT, declarou R$ 51 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 28 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 49 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 15 mil), serviços advocatícios (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 85 mil.

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Evolução da votação nas eleições

3.118 votos em 2020 (eleito) · 3 eleições

A votação de Edu Laudi Pascoski em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 51 mil em receitas · R$ 49 mil em gastos

Edu declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Itanhangá (MT) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 51 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 28 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 49 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 15 mil) e serviços advocatícios (R$ 10 mil). Em 2016, R$ 85 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 51 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 49 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 85 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Itanhangá (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 51 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 29% · pessoas 55% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 49 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços contábeisR$ 15 mil30,6%
  • Serviços advocatíciosR$ 10 mil20,4%
  • Materiais impressosR$ 9 mil18,9%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil2,0%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 14 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 14 mil28,1%
2016Prefeito, Itanhangá (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 85 mil
15 doadores pessoas físicas
pessoas 91% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 85 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 16 mil19,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 13 mil14,6%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 11 mil12,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 10 mil11,7%
  • Outras 9 categoriasR$ 36 mil41,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892