Berto Silva (Jonatas Felisberto da Silva) disputou 7 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito, deputado estadual e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Laranjeiras do Sul em 2020, 2016, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por PR: 20.544 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Laranjeiras do Sul/PR, declarou R$ 165 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 95 mil de doações privadas (32 doadores). Os gastos contratados somam R$ 137 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 40 mil), militância e mobilização de rua (R$ 38 mil) e publicidade por adesivos (R$ 22 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 138 mil em 2016 e R$ 75 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
12.272 votos em 2020 (eleito) · 7 eleições
A votação de Jonatas Felisberto da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 165 mil em receitas · R$ 137 mil em gastos
Berto Silva declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Laranjeiras do Sul (PR) em 2008, 2016 e 2020, e deputado estadual por Paraná em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 165 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 95 mil de doações privadas (32 doadores). Os gastos contratados somam R$ 137 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 40 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 38 mil). Em 2016, R$ 138 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 75 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 165 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 137 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 138 milcontratados, campanha encerrada
partido 15% · pessoas 45% · empresas 31% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 102 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 15 mil14,9%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12 mil12,0%
PessoalR$ 11 mil10,6%
ComíciosR$ 7 mil6,7%
Outras 12 categoriasinclui R$ 180 lançados como "diversas a especificar"R$ 57 mil55,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 2016ELEITO10.180LLaranjeiras do Sul, Paraná · 48 anos · Branca · Ensino fundamental completo · Locutor e Comentarista de Rádio e Televisão e Radialista · PSC · nº 20 · ver resultado completo
Deputado Federal · 2002SUPLENTE15.836GPR · 34 anos · Ensino fundamental incompleto · Locutor e Comentarista de Radio e Televisao e Radialista · PTB · nº 1440 · ver resultado completo
Coligação: PDT / PTB / PTN / PPB / PRP / PT do B
Prefeito · 2000NÃO ELEITO6.276LLaranjeiras do Sul, Paraná · 32 anos · Ensino médio incompleto · Locutor e Comentarista de Rádio e Televisão e Radialista · PSB · nº 40 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.