- PessoalR$ 34 mil15,0%
- Serviços de terceirosR$ 16 mil7,1%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 6 mil2,7%
- Locação de imóveisR$ 6 mil2,6%
- Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil1,8%
- Outras 4 categoriasR$ 161 mil70,9%
Eduardo Madruga (Eduardo Silva Madruga) disputou 5 eleições entre 2000 e 2022, para deputado estadual, prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Wanderlândia em 2016 e 2012; vice-prefeito de Wanderlândia em 2008; vereador de Wanderlândia em 2000. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por TO: 9.030 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por TO pelo REPUBLICANOS. Na campanha de 2026 para deputado estadual por TO, declarou R$ 563 mil em receitas: R$ 191 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 337 mil do Fundo Partidário, R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas e R$ 22 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 226 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 66 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 59 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 35 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 140 mil em 2022 e R$ 104 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Eduardo Silva Madruga em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Eduardo Madruga declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Wanderlândia (TO) em 2012 e 2016, e deputado estadual por Tocantins em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 563 mil em receitas: R$ 191 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 337 mil do Fundo Partidário, R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas e R$ 22 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 226 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 66 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 59 mil); R$ 163 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 140 mil em gastos; em 2016, R$ 104 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.