- PessoalR$ 57 mil32,7%
- Serviços de terceirosR$ 25 mil14,0%
- Materiais impressosR$ 19 mil10,7%
- Cessão ou locação de veículosR$ 13 mil7,4%
- Outras 14 categoriasinclui R$ 2 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 62 mil35,3%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcia Marques (Marceleide Hartemam Pereira Marques) disputou 1 eleição, em 2016, para prefeita em Antônio João/MS e foi eleita com 2.394 votos. Na campanha de 2016 para prefeita em Antônio João/MS, declarou R$ 175 mil em receitas: R$ 300 de outros recursos do partido, R$ 115 mil de doações privadas (42 doadores) e R$ 60 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 175 mil, principalmente com pessoal (R$ 57 mil), serviços de terceiros (R$ 25 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil).
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Marcia Marques declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em Antônio João (MS) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 175 mil em receitas: R$ 300 de outros recursos do partido, R$ 115 mil de doações privadas (42 doadores) e R$ 60 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 175 mil, principalmente com pessoal (R$ 57 mil) e serviços de terceiros (R$ 25 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.