- Serviços de terceirosR$ 97 mil33,4%
- Serviços advocatíciosR$ 70 mil24,1%
- Materiais impressosR$ 45 mil15,3%
- Publicidade por adesivosR$ 42 mil14,6%
- Outras 3 categoriasR$ 36 mil12,5%
Segundo o Radar do Voto, Beth Pelaes (UNIÃO) ficou como suplente de deputada estadual pelo Amapá em 2026, com 3.713 votos, pelo resultado oficial do TSE. Beth Pelaes (Elizabeth Pelaes dos Santos) disputou 4 eleições entre 2012 e 2026, para deputada estadual e prefeita. Ela foi eleita 2 vezes: prefeita de Água Branca do Amapari em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2020, para prefeita em Água Branca do Amapari/AP: 4.192 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por AP, declarou R$ 678 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 290 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 97 mil), serviços advocatícios (R$ 70 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 45 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 120 mil em 2020 e R$ 104 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Elizabeth Pelaes dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Beth Pelaes declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeita em Água Branca do Amapari (AP) em 2016 e 2020, e deputada estadual por Amapá em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 678 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 290 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 97 mil) e serviços advocatícios (R$ 70 mil); R$ 279 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 120 mil em gastos; em 2016, 41% dos R$ 104 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.