Antonio Felícia

Foto de Antonio Nonato Lima Gomes
Antonio Felícia
Antonio Nonato Lima Gomes (nome civil)
2 eleições entre 2008 e 2016 · último partido PT
53 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
Pecuarista
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Antonio Felícia (Antônio Nonato Lima Gomes) disputou 2 eleições entre 2008 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de São José do Divino em 2016 e 2008. A maior votação foi em 2016, para prefeito em São José do Divino/PI: 2.573 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em São José do Divino/PI, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 16 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 34 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com comícios (R$ 11 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 8 mil) e publicidade por carros de som (R$ 6 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 23 mil.

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Evolução da votação nas eleições

2.573 votos em 2016 (eleito) · 2 eleições

A votação de Antonio Nonato Lima Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 50 mil em receitas · R$ 50 mil em gastos contratados

Antonio Felícia declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em São José do Divino (PI) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 16 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 34 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com comícios (R$ 11 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 8 mil). Em 2008, R$ 23 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 50 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 50 milcontratados
Gastos em 2008R$ 23 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, São José do Divino (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 50 mil
15 doadores pessoas físicas
pessoas 32% · próprios 68%
Gasto contratado
R$ 50 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • ComíciosR$ 11 mil21,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 8 mil14,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 6 mil10,9%
  • Materiais impressosR$ 4 mil7,4%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil45,0%
2008Prefeito, São José do Divino (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
12 doadores pessoas físicas
pessoas 44% · próprios 56%
Gasto contratado
R$ 23 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil19,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil16,4%
  • Serviços de terceirosR$ 8003,5%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 7003,0%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 13 mil57,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2008 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892