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Tiago Cigano

Foto de Clementino Tiago da Silva
Tiago Cigano
Clementino Tiago da Silva (nome civil)
6 eleições entre 2004 e 2024 · último partido PL
46 anos em 2024 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Vereador

Tiago Cigano (Clementino Tiago da Silva) disputou 6 eleições entre 2004 e 2024, para vereador e prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 7 vezes: vereador de Petrolina de Goiás em 2024, 2020, 2016, 2012, 2008 e 2004; prefeito de Petrolina de Goiás em 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Petrolina de Goiás/GO: 3.048 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Petrolina de Goiás/GO, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 250 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), pessoal (R$ 3 mil) e publicidade por adesivos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2020 (98% com publicidade por materiais impressos) e R$ 9 mil em 2016.

Vereador · 2024
505
votos · Petrolina de Goiás, Goiás
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

505 votos em 2024 (eleito) · 6 eleições

A votação de Clementino Tiago da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 10 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos

Tiago Cigano declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Petrolina de Goiás (GO) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024, e prefeito em Petrolina de Goiás (GO) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 250 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e pessoal (R$ 3 mil). Em 2020, 98% dos R$ 1 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, 46% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua.

Receitas em 2024R$ 10 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2008 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Petrolina de Goiás (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
sem doações de pessoas
FEFC 98% · partido e outras campanhas 2%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 3 mil30,0%
  • PessoalR$ 3 mil25,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 3 mil25,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil20,0%
2020Vereador, Petrolina de Goiás (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 25% · pessoas 74% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 1 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 1 mil98,0%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 272,0%
2016Vereador, Petrolina de Goiás (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 29% · próprios 63%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil46,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil23,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 94610,9%
  • Serviços de terceirosR$ 7078,1%
  • Outras 4 categoriasR$ 1 mil12,0%
Ver as 3 campanhas anteriores
2016Prefeito, Petrolina de Goiás (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 34 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 21% · próprios 79%
Gasto contratado
R$ 34 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil23,5%
  • Publicidade por carros de somR$ 6 mil17,6%
  • Materiais impressosR$ 5 mil14,7%
  • ComíciosR$ 5 mil13,2%
  • Outras 4 categoriasR$ 11 mil30,9%
2012Vereador, Petrolina de Goiás (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 27% · pessoas 8% · próprios 65%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil50,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil26,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil16,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4206,9%
2008Vereador, Petrolina de Goiás (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 30% · pessoas 41% · próprios 29%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2016, 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.