Leo Bortolin (MDB) foi eleito deputado estadual pelo Mato Grosso em 2026, com 51.040 votos, pelo resultado oficial do TSE. Leo Bortolin (Leonardo Tadeu Bortolin) disputou 4 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2026; prefeito de Primavera do Leste em 2020 e 2016; vereador de Primavera do Leste em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por MT: 51.040 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MT, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 1 milhão de doações privadas (32 doadores) e R$ 115 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 768 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 136 mil), serviços de terceiros (R$ 109 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 97 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 692 mil em 2020 e R$ 51 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
51.040 votos em 2026 (eleito) · 4 eleições
A votação de Leonardo Tadeu Bortolin em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 1,1 milhão em receitas · R$ 768 mil em gastos contratados
Leo Bortolin declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Primavera do Leste (MT) em 2012 e 2016, prefeito em Primavera do Leste (MT) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Mato Grosso em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 1 milhão de doações privadas (32 doadores) e R$ 115 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 768 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 136 mil) e serviços de terceiros (R$ 109 mil); R$ 173 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 692 mil em gastos; em 2016, 42% dos R$ 51 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Receitas em 2026R$ 1,1 milhãoparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2026R$ 768 milcontratados, parcial; R$ 173 mil pagos
Gastos em 2020R$ 692 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 7% · pessoas 30% · empresas 9% · próprios 54%
Gasto contratado
R$ 35 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Cessão ou locação de veículosR$ 14 mil39,4%
Materiais impressosR$ 8 mil23,5%
Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil17,5%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil7,9%
Outras 4 categoriasinclui R$ 475 lançados como "diversas a especificar" e R$ 2 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 4 mil11,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.