João dos Santos (PSD) ficou como suplente de deputado federal pela Paraíba em 2026, com 5.547 votos, pelo resultado oficial do TSE. João dos Santos (João dos Santos Filho) disputou 8 eleições entre 1996 e 2026, para deputado federal, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de João Pessoa em 2016, 2012, 2008, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por PB: 9.364 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PB, declarou R$ 613 mil em receitas: R$ 450 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 152 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 11 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 364 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 135 mil), serviços de terceiros (R$ 58 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 44 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 91 mil em 2022 e R$ 38 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
5.547 votos em 2026 · 8 eleições
A votação de João dos Santos Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 613 mil em receitas · R$ 364 mil em gastos contratados
João dos Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em João Pessoa (PB) em 2008, 2012 e 2016, deputado estadual por Paraíba em 2022, e deputado federal por Paraíba em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 613 mil em receitas: R$ 450 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 152 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 11 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 364 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 135 mil) e serviços de terceiros (R$ 58 mil); R$ 251 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 91 mil em gastos contratados; em 2016, R$ 38 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Receitas em 2026R$ 613 milparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2026R$ 364 milcontratados, parcial; R$ 251 mil pagos
Gastos em 2022R$ 91 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 44% · empresas 31% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 33 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 7 mil20,7%
Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil13,8%
Materiais impressosR$ 4 mil10,9%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 9002,8%
Outras 2 categoriasR$ 17 mil51,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.