Buscar

Sargento Alan

Foto de Alan Sousa Bomfim
Sargento Alan
Alan Sousa Bomfim (nome civil)
5 eleições entre 2016 e 2026 · último partido PSD
48 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Policial Militar
Candidato a Deputado Federal · São Paulo · Eleições 2026 · PSD · nº 5538
redes informadas ao TSE

Sargento Alan (PSD) ficou como suplente de deputado federal por São Paulo em 2026, com 4.711 votos, pelo resultado oficial do TSE. Sargento Alan (Alan Sousa Bomfim) disputou 5 eleições entre 2016 e 2026, para deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por SP: 7.721 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 219 mil em receitas: R$ 190 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de outros recursos do partido, R$ 15 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 129 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 72 mil), serviços contábeis (R$ 20 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 34 mil em 2024 e R$ 3 mil em 2020.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

4.711 votos em 2026 · 5 eleições

A votação de Alan Sousa Bomfim em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 219 mil em receitas · R$ 129 mil em gastos contratados

Sargento Alan declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2018 e 2026, e vereador em Ribeirão Pires (SP) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 219 mil em receitas: R$ 190 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de outros recursos do partido, R$ 15 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 129 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 72 mil) e serviços contábeis (R$ 20 mil); R$ 101 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 34 mil em gastos; em 2020, 100% dos R$ 3 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.

Receitas em 2026R$ 219 milparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2026R$ 129 milcontratados, parcial; R$ 101 mil pagos
Gastos em 2024R$ 34 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42018, 2020, 2024 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 219 mil
6 doadores pessoas físicas
FEFC 87% · partido 3% · pessoas 7% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 129 mil
pago até agora: R$ 101 mil (79%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 72 mil55,8%
  • Serviços contábeisR$ 20 mil15,5%
  • Materiais impressosR$ 20 mil15,2%
  • PessoalR$ 16 mil12,6%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil0,9%
2024Vereador, Ribeirão Pires (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 39 mil
doações de pessoas
FEFC 51% · pessoas 12% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 34 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 12 mil34,3%
  • Materiais impressosR$ 10 mil29,9%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil14,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 3 mil7,8%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil13,4%
2020Vereador, Ribeirão Pires (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 11% · próprios 89%
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil100,0%
Ver a campanha anterior
2018Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 14% · pessoas 85% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 4 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil57,4%
  • Materiais impressosR$ 2 mil42,5%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 3menos de 0,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.