Ildo Furtado (Ildo Furtado de Oliveira) disputou 6 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Figueirão em 2004; vereador de Camapuã em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Figueirão/MS: 990 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Figueirão/MS, declarou R$ 131 mil em receitas: R$ 114 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 128 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 17 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 9 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 201 mil em 2012 e R$ 51 mil em 2008.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
487 votos em 2020 · 6 eleições
A votação de Ildo Furtado de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2020: R$ 131 mil em receitas · R$ 128 mil em gastos
Ildo Furtado declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Figueirão (MS) em 2008, 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 131 mil em receitas: R$ 114 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 128 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 17 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil). Em 2012, R$ 201 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 51 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 131 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 128 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 201 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10 mil19,7%
ComíciosR$ 8 mil15,6%
PessoalR$ 6 mil11,7%
Outras 11 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 14 mil26,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2020NÃO ELEITO487LFigueirão, Mato Grosso do Sul · 58 anos · Branca · Superior completo · Matemático e Atuário · PSDB · nº 45 · ver resultado completo
Prefeito · 2012NÃO ELEITO990LFigueirão, Mato Grosso do Sul · 50 anos · Superior completo · Professor de Ensino Médio · PSDB · nº 45 · ver resultado completo
Vereador · 2000ELEITO377LCamapuã, Mato Grosso do Sul · 38 anos · Superior completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PTB · nº 14725 · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PTB / PDT / PPS
Vereador · 1996ELEITO455LCamapuã, Mato Grosso do Sul · 34 anos · Ensino médio completo · Professor · PTB · nº 14606 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.