Carlos Alberto dos Santos Dutra

Carlos Alberto dos Santos Dutra
5 eleições entre 1996 e 2008 · último partido PV
52 anos em 2008 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Carlito (Carlos Alberto dos Santos Dutra) disputou 5 eleições entre 1996 e 2008, para vereador e governador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Brasilândia em 2004. A maior votação foi em 2006, para governador por MS: 6.282 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Brasilândia/MS, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas, R$ 733 de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil), baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 54% com baixa recursos estimáveis - recursos próprios.

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Evolução da votação nas eleições

148 votos em 2008 · 5 eleições

A votação de Carlos Alberto dos Santos Dutra em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorGovernador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 11 mil em receitas · R$ 11 mil em gastos contratados

Carlito declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: governador por Mato Grosso do Sul em 2006, e vereador em Brasilândia (MS) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas, R$ 733 de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil) e baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 4 mil). Em 2006, 54% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com baixa recursos estimáveis - recursos próprios.

Receitas em 2008R$ 11 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 11 milcontratados
Gastos em 2006R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2008Vereador, Brasilândia (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 21% · empresas 7% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil43,3%
  • Materiais impressosR$ 1 mil12,3%
  • Outras 4 categoriasR$ 5 mil44,4%
2006Governador, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 37% · pessoas 9% · próprios 54%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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