Jonas Gomes de Carvalho

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Jonas Gomes de Carvalho
4 eleições entre 2004 e 2016 · PT
58 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Servidor Público Municipal
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Doia (Jonas Gomes de Carvalho) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereador em Lafaiete Coutinho/BA: 58 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Lafaiete Coutinho/BA, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 589 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 589). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 847 em 2012 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 900 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

31 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Jonas Gomes de Carvalho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Doia declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Lafaiete Coutinho (BA) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 589 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 589). Em 2012, 100% dos R$ 847 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 900 em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados
Gastos em 2012R$ 847contratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Lafaiete Coutinho (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 75% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil74,9%
  • Materiais impressosR$ 58925,1%
2012Vereador, Lafaiete Coutinho (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 847
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 847
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 847100,0%
2008Vereador, Lafaiete Coutinho (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 900
sem doações de pessoas
empresas 44% · próprios 56%
Gasto contratado
R$ 900
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 20022,2%
  • Despesas postaisR$ 16718,6%
  • Materiais impressosR$ 707,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 596,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 40444,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Jonas Gomes de Carvalho (Doia): candidaturas e votos · Radar do Voto