Eduardo Alves dos Santos

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Eduardo Alves dos Santos
3 eleições entre 2012 e 2020 · último partido PSDB
57 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Vereador
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Professor Eduardo (Eduardo Alves dos Santos) disputou 3 eleições entre 2012 e 2020, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Ivinhema em 2016. A maior votação foi em 2016, para vereador em Ivinhema/MS: 650 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Ivinhema/MS, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 184 de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 3 mil), baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e baixa de estimaveis - publicidade por carros de som (R$ 1 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil.

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Evolução da votação nas eleições

650 votos em 2016 (eleito) · 3 eleições

A votação de Eduardo Alves dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 10 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos contratados

Professor Eduardo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Ivinhema (MS) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 184 de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 3 mil) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil). Em 2012, R$ 2 mil em gastos contratados.

Gastos em 2016R$ 10 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Ivinhema (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Ivinhema (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 40% · próprios 58%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil32,4%
  • Materiais impressosR$ 8809,2%
  • Materiais impressosR$ 300,3%
  • Outras 7 categoriasR$ 6 mil58,1%
2012Vereador, Ivinhema (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 47% · próprios 44%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 74935,0%
  • Materiais impressosR$ 58927,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 80237,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Eduardo Alves dos Santos (Professor Eduardo): candidaturas e votos · Radar do Voto