- Militância e mobilização de ruaR$ 275 mil30,7%
- Serviços advocatíciosR$ 200 mil22,3%
- Materiais impressosR$ 127 mil14,2%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 111 mil12,4%
- Outras 7 categoriasR$ 182 mil20,4%
Segundo o Radar do Voto, Dejorge Patricio (PDT) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio de Janeiro em 2026, com 10.402 votos, pelo resultado oficial do TSE. Dejorge Patricio (Dejorge Patrício da Silva) disputou 9 eleições entre 2004 e 2026, para deputado federal, vereador, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de São Gonçalo em 2024 e 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeito em São Gonçalo/RJ: 191.699 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 14,4 milhões empenhados em 16 emendas individuais ao orçamento de 2018, para 6 municípios; 54% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por RJ, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 101 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 895 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 275 mil), serviços advocatícios (R$ 200 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 127 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 284 mil em 2024 e R$ 182 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Dejorge Patricio da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dejorge Patricio declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: vereador em São Gonçalo (RJ) em 2012 e 2024, deputado federal por Rio de Janeiro em 2014, 2018 e 2026, prefeito em São Gonçalo (RJ) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 101 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 895 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 275 mil) e serviços advocatícios (R$ 200 mil); R$ 707 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 284 mil em gastos; em 2022, R$ 182 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Dejorge Patricio teve R$ 14,4 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 16 emendas individuais ao orçamento de 2018 (legislatura 2015 a 2018), para 6 municípios. Já foram pagos R$ 7,7 milhões (54%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam foram Rio de Janeiro, Belford Roxo e Brotas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | R$ 14,4 milhões | R$ 7,7 milhões | 54% | 16 | 6 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.