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Daniel Annenberg

Foto de Daniel Annenberg
Daniel Annenberg
3 eleições entre 2014 e 2020 · PSDB
55 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Vereador
redes informadas ao TSE

Daniel Annenberg disputou 3 eleições entre 2014 e 2020, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de São Paulo em 2016. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SP: 53.017 votos. Na campanha de 2020 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 534 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 514 mil de doações privadas (46 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 502 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 117 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 90 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 76 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 622 mil em 2016 (51% com pessoal) e R$ 1,1 milhão em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

15.849 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Daniel Annenberg em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 534 mil em receitas · R$ 502 mil em gastos

Daniel Annenberg declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2014, e vereador em São Paulo (SP) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 534 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 514 mil de doações privadas (46 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 502 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 117 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 90 mil). Em 2016, 51% dos R$ 622 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2014, R$ 1,1 milhão em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 534 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 502 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 622 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32014, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 534 mil
46 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 1% · pessoas 96% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 502 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 117 mil23,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 90 mil17,8%
  • Materiais impressosR$ 76 mil15,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 47 mil9,3%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 86 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 173 mil34,3%
2016Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 622 mil
211 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
partido e outras campanhas 7% · pessoas 92% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 622 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 320 mil51,4%
  • Materiais impressosR$ 119 mil19,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 45 mil7,3%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 26 mil4,1%
  • Outras 20 categoriasinclui R$ 900 lançados como "diversas a especificar"R$ 113 mil18,1%
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
52 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
partido e outras campanhas 37% · pessoas 28% · empresas 25% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 417 mil38,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 133 mil12,2%
  • Materiais impressosR$ 106 mil9,8%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 90 mil8,3%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 57 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 3 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 344 mil31,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.