Claudia Martins

Foto de Claudia Regina Martins Correia Alves
Claudia Martins
Claudia Regina Martins Correia Alves (nome civil)
4 eleições entre 2016 e 2026 · PSDB
48 anos em 2026 · Feminino · Superior completo
Professor de Ensino Fundamental
Candidata a Deputada Estadual · São Paulo · Eleições 2026 · PSDB · nº 45005
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, Claudia Martins (PSDB) ficou como suplente de deputada estadual por São Paulo em 2026, com 2.621 votos, pelo resultado oficial do TSE. Claudia Martins (Claudia Regina Martins Correia Alves) disputou 4 eleições entre 2016 e 2026, para deputada estadual, vice-prefeita e vereadora. Ela foi eleita 3 vezes: vice-prefeita de Laranjal Paulista em 2024; vereadora de Laranjal Paulista em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2026, para deputada estadual por SP: 2.621 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por SP, declarou R$ 201 mil em receitas: R$ 191 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 186 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 90 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 21 mil) e pessoal (R$ 20 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2020 (71% com publicidade por jornais e revistas) e R$ 900 em 2016.

Vice-Prefeito · 2024
5.722
votos · Laranjal Paulista, São Paulo · vice não recebe voto nominal
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

2.621 votos em 2026 · 4 eleições

A votação de Claudia Regina Martins Correia Alves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 201 mil em receitas · R$ 186 mil em gastos contratados

Claudia Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Laranjal Paulista (SP) em 2016 e 2020, e deputada estadual por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 201 mil em receitas: R$ 191 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 186 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 90 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 21 mil); R$ 186 mil já foram pagos. Em 2020, 71% dos R$ 1 mil em gastos foram com publicidade por jornais e revistas; em 2016, R$ 900 em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.

Receitas em 2026R$ 201 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 186 milcontratados, parcial; R$ 186 mil pagos
Gastos em 2020R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32016, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputada estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 201 mil
doações de pessoas
FEFC 95% · pessoas menos de 1% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 186 mil
pago até agora: R$ 186 mil (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 90 mil48,2%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 21 mil11,3%
  • PessoalR$ 20 mil10,6%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 18 mil9,4%
  • Outras 7 categoriasR$ 38 mil20,5%
2020Vereadora, Laranjal Paulista (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 11% · pessoas 6% · próprios 83%
Gasto contratado
R$ 1 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil70,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 35525,1%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 604,3%
2016Vereadora, Laranjal Paulista (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 900
doações de pessoas
partido e outras campanhas 72% · pessoas 28%
Gasto contratado
R$ 900
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 32435,9%
  • Publicidade por adesivosR$ 15617,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 15016,7%
  • Serviços de terceirosR$ 12513,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 14516,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleita em 2016, 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892