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Daniel Costa

Foto de Daniel Alessandro Costa
Daniel Costa
Daniel Alessandro Costa (nome civil)
5 eleições entre 2008 e 2020 · PT
46 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Vereador
redes informadas ao TSE

Daniel Costa (Daniel Alessandro Costa) disputou 5 eleições entre 2008 e 2020, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Betim em 2020, 2016, 2012 e 2008. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MG: 9.283 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Betim/MG, declarou R$ 43 mil em receitas: R$ 486 de outras campanhas, R$ 13 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 38 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil), serviços de terceiros (R$ 6 mil) e publicidade por adesivos (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 70 mil em 2016 e R$ 145 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

2.490 votos em 2020 (eleito) · 5 eleições

A votação de Daniel Alessandro Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 43 mil em receitas · R$ 38 mil em gastos

Daniel Costa declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Betim (MG) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Minas Gerais em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 43 mil em receitas: R$ 486 de outras campanhas, R$ 13 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 38 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil) e serviços de terceiros (R$ 6 mil). Em 2016, R$ 70 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 145 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 43 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 38 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 70 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Betim (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 43 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 29% · próprios 70%
Gasto contratado
R$ 38 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 10 mil26,6%
  • Serviços de terceirosR$ 6 mil16,9%
  • Publicidade por adesivosR$ 5 mil13,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil10,2%
  • Outras 8 categoriasR$ 12 mil32,5%
2016Vereador, Betim (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 70 mil
doações de pessoas
pessoas 17% · próprios 83%
Gasto contratado
R$ 70 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 23 mil32,3%
  • Materiais impressosR$ 10 mil14,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil13,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 9 mil12,9%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 19 mil27,8%
2014Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 145 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 29% · pessoas 35% · empresas 35%
Gasto contratado
R$ 145 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 39 mil26,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 22 mil14,9%
  • Materiais impressosR$ 20 mil13,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 17 mil11,8%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 47 mil32,8%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, Betim (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 59 mil
113 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 77% · empresas 10% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 38 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 17 mil44,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil16,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil10,4%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil9,3%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil19,1%
2008Vereador, Betim (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 25 mil
16 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 25% · pessoas 33% · empresas 18% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 25 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 10 mil37,8%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil6,3%
  • AlimentaçãoR$ 2 mil6,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil5,5%
  • Outras 9 categoriasR$ 11 mil44,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2012, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.