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Lena Fiorin

Foto de Helena Maria Fiorin Favero
Lena Fiorin
Helena Maria Fiorin Favero (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido PTB
68 anos em 2020 · Feminino · Ensino fundamental completo
Agricultor
redes informadas ao TSE

Lena Fiorin (Helena Maria Fiorin Favero) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereadora, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereadora em Alfredo Chaves/ES: 154 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Alfredo Chaves/ES, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 867 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 75 de outras campanhas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 867, principalmente com pessoal (R$ 867). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 9 mil, 59% com cessão ou locação de veículos.

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Evolução da votação nas eleições

46 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Helena Maria Fiorin Favero em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 2 mil em receitas · R$ 867 em gastos

Lena Fiorin declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Alfredo Chaves (ES) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 867 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 75 de outras campanhas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 867, principalmente com pessoal (R$ 867). Em 2016, 59% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.

Receitas em 2020R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 867campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 9 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereadora, Alfredo Chaves (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
FEFC 42% · partido e outras campanhas 4% · próprios 54%
Gasto contratado
R$ 867
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 867100,0%
2016Vereadora, Alfredo Chaves (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 17% · próprios 82%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil59,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil11,1%
  • Serviços de terceirosR$ 6506,9%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 4004,2%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil18,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.