Antônio Carlos (PSOL) ficou como suplente de deputado federal por Minas Gerais em 2026, com 2.331 votos, pelo resultado oficial do TSE. Antônio Carlos (Antônio Carlos Batinga de Matos Rocha) disputou 8 eleições entre 2000 e 2026, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Betim em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MG: 13.114 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por MG, declarou R$ 74 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 13 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 9 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 31 mil em 2024 e R$ 122 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
2.331 votos em 2026 · 8 eleições
A votação de Antônio Carlos Batinga de Matos Rocha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 74 mil em receitas · R$ 35 mil em gastos contratados
Antônio Carlos declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Betim (MG) em 2008, 2012, 2016 e 2024, deputado estadual por Minas Gerais em 2014, e deputado federal por Minas Gerais em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 74 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 13 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 9 mil); R$ 29 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 31 mil em gastos; em 2016, R$ 122 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Receitas em 2026R$ 74 milparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2026R$ 35 milcontratados, parcial; R$ 29 mil pagos
Gastos em 2024R$ 31 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 5% · pessoas 72% · empresas 20% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 144 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 24 mil17,0%
Serviços de terceirosR$ 12 mil8,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil5,3%
Publicidade por jornais e revistasR$ 6 mil4,0%
Outras 7 categoriasinclui R$ 14 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 94 mil65,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000SUPLENTE978LBetim, Minas Gerais · 23 anos · Superior incompleto · PT · nº 13555 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.