Edsom Sousa (Edsom José de Sousa) disputou 8 eleições entre 2000 e 2024, para vereador, deputado estadual e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Divinópolis em 2020, 2016, 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MG: 4.201 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Divinópolis/MG, declarou R$ 19 mil em receitas: R$ 14 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 9 mil), pessoal (R$ 4 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 22 mil em 2020 e R$ 21 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
795 votos em 2024 · 8 eleições
A votação de Edsom José de Sousa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 19 mil em receitas · R$ 18 mil em gastos
Edsom Sousa declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Divinópolis (MG) em 2008, 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Minas Gerais em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 19 mil em receitas: R$ 14 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 9 mil) e pessoal (R$ 4 mil). Em 2020, R$ 22 mil em gastos; em 2016, R$ 21 mil em gastos contratados.
Receitas em 2024R$ 19 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 18 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 22 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 48% · empresas 36% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 44 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 15 mil33,0%
Despesas postaisR$ 9 mil20,1%
Materiais impressosR$ 6 mil13,5%
Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil10,6%
Outras 11 categoriasinclui R$ 447 lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil22,8%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO1.453LDivinópolis, Minas Gerais · 42 anos · Superior completo · Sociólogo · PFL · nº 25680 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.