Carlos Augusto Cardoso Costa

Foto de Carlos Augusto Cardoso Costa
Carlos Augusto Cardoso Costa
7 eleições entre 2000 e 2024 · último partido MDB
60 anos em 2024 · Masculino · Ensino médio incompleto
Comparar

Cabelinho (Carlos Augusto Cardoso Costa) disputou 7 eleições entre 2000 e 2024, para vice-prefeito, vereador e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Divina Pastora em 2012; prefeito de Divina Pastora em 2004. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Divina Pastora/SE: 1.007 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Divina Pastora/SE, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Partidário, R$ 10 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil), baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 6 mil, 100% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

66 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Carlos Augusto Cardoso Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoVereadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 20 mil em receitas · R$ 20 mil em gastos contratados

Cabelinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Divina Pastora (SE) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Partidário, R$ 10 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil). Em 2008, 100% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Gastos em 2016R$ 20 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Divina Pastora (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Prefeito, Divina Pastora (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
9 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 5% · pessoas 50% · próprios 44%
Gasto contratado
R$ 20 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil38,0%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil9,4%
  • Materiais impressosR$ 2601,3%
  • Locação de imóveisR$ 2501,3%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 350 lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil50,0%
2008Prefeito, Divina Pastora (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 55% · pessoas 31% · empresas 14%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 6 mil100,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2004 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Carlos Augusto Cardoso Costa (Cabelinho): candidaturas e votos · Radar do Voto