Carlos Karan

Foto de Carlos Eduardo Gonçalves Karan
Carlos Karan
Carlos Eduardo Gonçalves Karan (nome civil)
3 eleições entre 2008 e 2016 · último partido PSD
33 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Vereador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Carlos Karan (Carlos Eduardo Gonçalves Karan) disputou 3 eleições entre 2008 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Praia Grande em 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Praia Grande/SP: 29.300 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Praia Grande/SP, declarou R$ 124 mil em receitas: R$ 93 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 31 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 124 mil, principalmente com pessoal (R$ 31 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e publicidade por adesivos (R$ 15 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 43 mil em 2012 (53% com publicidade por materiais impressos) e R$ 32 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

29.300 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Carlos Eduardo Gonçalves Karan em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 124 mil em receitas · R$ 124 mil em gastos contratados

Carlos Karan declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Praia Grande (SP) em 2008 e 2012, e prefeito em Praia Grande (SP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 124 mil em receitas: R$ 93 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 31 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 124 mil, principalmente com pessoal (R$ 31 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil). Em 2012, 53% dos R$ 43 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 32 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 124 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 124 milcontratados
Gastos em 2012R$ 43 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2016Prefeito, Praia Grande (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 124 mil
14 doadores pessoas físicas
pessoas 75% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 124 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 31 mil24,7%
  • Materiais impressosR$ 18 mil14,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 15 mil12,3%
  • AlimentaçãoR$ 10 mil8,4%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 50 mil40,4%
2012Vereador, Praia Grande (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 154 mil
17 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 16% · próprios 82%
Gasto contratado
R$ 43 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 22 mil52,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12 mil27,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil13,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil4,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil2,7%
2008Vereador, Praia Grande (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 32 mil
20 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 43% · empresas 2% · próprios 13% · outras 32%
Gasto contratado
R$ 32 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil29,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil3,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4201,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3000,9%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 97 lançados como "diversas a especificar"R$ 21 mil64,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892