Carlos Henrique de Souza

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Carlos Henrique de Souza
8 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PODE
61 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Servidor Público Municipal
redes informadas ao TSE
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Henrique de Mutango (Carlos Henrique de Souza) disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de São Fidélis em 2012, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeito em São Fidélis/RJ: 6.898 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em São Fidélis/RJ, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 5 mil) e locação de imóveis (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 12 mil em 2018 (81% com serviços de terceiros) e R$ 232 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

510 votos em 2020 · 8 eleições

A votação de Carlos Henrique de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 23 mil em receitas · R$ 20 mil em gastos

Henrique de Mutango declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em São Fidélis (RJ) em 2008 e 2012, prefeito em São Fidélis (RJ) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 5 mil). Em 2018, 81% dos R$ 12 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2016, 41% dos R$ 232 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua.

Receitas em 2020R$ 23 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 20 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 12 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, São Fidélis (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
6 doadores pessoas físicas
FEFC 87% · pessoas 13%
Gasto contratado
R$ 20 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 11 mil55,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5 mil27,2%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil12,5%
  • Serviços contábeisR$ 9004,5%
2018Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 88% · pessoas 12%
Gasto contratado
R$ 12 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 9 mil81,5%
  • Materiais impressosR$ 2 mil18,5%
2016Prefeito, São Fidélis (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 232 mil
73 doadores pessoas físicas
pessoas 83% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 232 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 96 mil41,2%
  • ComíciosR$ 34 mil14,8%
  • Materiais impressosR$ 33 mil14,3%
  • Serviços de terceirosR$ 32 mil13,6%
  • Outras 8 categoriasR$ 37 mil16,0%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, São Fidélis (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 15% · pessoas 28% · próprios 57%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil88,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 50011,8%
2008Vereador, São Fidélis (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil85,4%
  • Materiais impressosR$ 18510,2%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 804,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Carlos Henrique de Souza (Henrique de Mutango): candidaturas e votos · Radar do Voto