- Materiais impressosR$ 8 mil20,8%
- Publicidade por adesivosR$ 6 mil16,7%
- Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil13,8%
- Serviços de terceirosR$ 4 mil11,0%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 14 mil37,7%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Clairton (Jose Clairton Marinho Cruz) disputou 3 eleições entre 2008 e 2016, para prefeito e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeito em Nova Esperança do Piriá/PA, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 6 mil do Fundo Partidário, R$ 19 mil de doações privadas (16 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil), publicidade por adesivos (R$ 6 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil).
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Clairton declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Nova Esperança do Piriá (PA) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 6 mil do Fundo Partidário, R$ 19 mil de doações privadas (16 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e publicidade por adesivos (R$ 6 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.