3 eleições entre 2012 e 2020 · último partido REPUBLICANOS
58 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Prefeito
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Claudinei (Claudinei Singolano) disputou 3 eleições entre 2012 e 2020, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Alto Garças em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Alto Garças/MT: 4.404 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Alto Garças/MT, declarou R$ 159 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 92 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 155 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 42 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 20 mil) e serviços contábeis (R$ 20 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 162 mil.
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Evolução da votação nas eleições
4.404 votos em 2020 (eleito) · 3 eleições
A votação de Claudinei Singolano em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 159 mil em receitas · R$ 155 mil em gastos
Professor Claudinei declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Alto Garças (MT) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 159 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 92 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 155 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 42 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 20 mil). Em 2016, R$ 162 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 159 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 155 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 162 milcontratados, campanha encerrada
Outras 10 categoriasinclui R$ 44 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 73 mil45,0%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 2016ELEITO3.295LAlto Garças, Mato Grosso · 54 anos · Branca · Superior completo · Professor de Ensino Fundamental · DEM · nº 25 · ver resultado completo
Vice-Prefeito · 2012NÃO ELEITO2.771LAlto Garças, Mato Grosso · 50 anos · Superior completo · Professor de Ensino Médio · DEM · nº 25 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.